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O STICC POA APOIA!

Leia e entenda melhor sobre o movimento dos trabalhadores na Argentina.


Fonte Redes Sociais do BWI


đŸ‡ŠđŸ‡· A ICM APOIA A GREVE GERAL NA ARGENTINA DO 24 DE JANEIRO CONTRA AS MEDIDAS QUE CRIMINALIZAM O DIREITO DE PROTESTAR E ATACAM OS DIREITOS TRABALHISTAS

A Internacional dos Trabalhadores da Construção e da Madeira (ICM) se soma aos seus afiliados na Argentina para condenar as medidas adotadas pelo novo governo do presidente Javier Milei, que assumiu o cargo dia 10 de dezembro de 2023, ou seja, o plano de ajuste fiscal e cambial, o protocolo de criminalização do protesto social e o ataque aos direitos trabalhistas.

As medidas anunciadas implicam uma forte paralisação da atividade econĂŽmica, ameaçando centenas de milhares de postos de trabalho. O brutal ajuste fiscal trarĂĄ consequĂȘncias sociais devastadoras e Ă© acompanhado de um disciplinador social, o chamado "Protocolo de Manutenção da Ordem PĂșblica em Face do Corte de Estradas". Essa medida concede poderes irrestritos Ă  PolĂ­cia Federal e Ă s Forças de Segurança para intervir em manifestaçÔes e bloqueios de estradas, minando flagrantemente os direitos fundamentais de indivĂ­duos e organizaçÔes sindicais.

Por fim, a ICM rejeita a proposta de reforma trabalhista incorporada no Decreto de Necessidade e UrgĂȘncia (DNU), que implica uma sĂ©ria desregulamentação do mercado de trabalho. As confederaçÔes sindicais argentinas CGT, CTA e CTA-A repudiaram unanimemente o DNU e iniciaram um plano de luta que incluiu mobilizaçÔes em massa em realizadas dia 27 de dezembro de 2023 e uma greve geral convocada para dia 24 de janeiro de 2024.

A ICM expressa sua preocupação ante as flagrantes violaçÔes do direito de associação e negociação coletiva na Argentina e se junta a seus afiliados no dia de mobilização do próximo 24 de janeiro.

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